Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain Spain

28 de abril de 2013

VIGIA É DETIDO POR ATAQUES À MULHERES





"OCORRÊNCIA POSSÍVEL, APENAS PELA PARTICIPAÇÃO DA GUARDA MUNICIPAL, POR ISSO É NECESSÁRIO DAR RESPALDO PARA A CORPORAÇÃO."


A Polícia Civil de Mogi das Cruzes vai instaurar um inquérito policial nesta semana para apurar o caso do vigilante Boás Valentim Meira, de 39 anos, acusado de ferir as nádegas de mulheres na passagem subterrânea Oswaldo Crespo de Abreu, no Shangai. O objetivo é reunir as informações e os depoimentos dados pelas vítimas durante a detenção dele na manhã de ontem. Esse procedimento é considerado pré-processual e o relatório deverá ser apresentado à Justiça. O homem acabou solto no início da tarde e responderá por lesão corporal dolosa (com intenção de ferir) em liberdade. Com ele, os policiais militares apreenderam a bicicleta que usava nas ações, o canivete que perfurava as vítimas, além de dois celulares roubados.
O caso foi encaminhado ao 1º Distrito Policial (DP), no Parque Monte Líbano. Pelo menos duas mulheres machucadas por Meira compareceram ao plantão neste sábado. “Eu seguia para o meu trabalho, na Tivit, no dia 6 (deste mês) quando ele passou com tudo e me tocou na nádega esquerda. Ele andou mais alguns metros e parou. E disse que era para esperá-lo. Eu pulei a mureta e corri até o Pró-Criança. Lá pedi ajuda e veio uma ambulância para me levar até o SUS (Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, no Mogilar). Depois deste susto eu saí do trabalho. Tive muito medo de passar novamente e ele fazer isso de novo”, contou à reportagem uma atendente de telemarketing, de 19 anos.
Uma estudante, de 16 anos, ia para a escola na última quinta-feira quando acabou agredida por ele. Ela foi a última vítima. “Eu pensei que era o guidão da bicicleta que ele usava. Quando percebi que estava sangrando eu parei. Ele ainda gritou ‘que b... bonita’. Pedi ajuda para a minha mãe e fui para a Santa Casa”, disse. Os pais e a avó da adolescente estiveram na delegacia e estavam indignados. “A gente fica assustado”, confessou o pai.
O soldado Roberto, da 1ª Companhia do 17º Batalhão, que atendeu a ocorrência, afirmou que a PM chegou até ele graças às imagens das câmeras da Central Integrada de Emergências Públicas (Ciemp). “Com base nos depoimentos das vítimas, demos as características aos guardas municipais que observaram um suspeito parecido com o agressor e nos comunicou. Fizemos patrulhamento pela região e o detivemos na Rua Navajas”, explicou.
A mulher e a filha de Boás, que aparenta ter a mesma idade de sua última vítima, estiveram no 1º DP. Morador da Vila Nova União, ele foi liberado por não ter passagem anterior na Polícia. Ele prestou depoimento e foi autuado por lesão corporal dolosa, que prevê detenção de 3 meses a um ano de reclusão quando traz dano à integridade física ou à saúde de outra pessoa. Mesmo assim, por conta da legislação, a Polícia Civil teve que liberá-lo.  Os investigadores vão reunir todos os relatos para apresentar o que foi apurado à Justiça que decidirá se o indiciado cumprirá pena recluso.
Pelo menos 5 mulheres registraram Boletim de Ocorrência (B.O.) após serem feridas pelo vigilante. Segundo a PM, ele  teria confessado os casos, mas não soube explicar o que os motivou.

Guarda Municipal de BH encerra greve e desocupa sede

Categoria recebeu aumento de 13,9% e garantia de que nenhum servidor será punido

pra
Guardas municipais de Belo Horizonte decidiram encerrar a grave e desocupar a sede da corporação no início da noite desta sexta-feira (26). Eles receberam a garantia da prefeitura de que nenhum manifestante será punido por participar do movimento. Antes da saída do prédio na avenida dos Andradas, na região leste da capital mineira, os guardas acompanharam o trabalho da perícia para atestar as condições do imóvel.
As reivindicações imediatas, no entanto, não foram atendidas. As principais exigências se referiam a reajuste de 25,6%, aumento do vale alimentação, cumprimento da lei que determina que os guardas utilizem armas de fogo e promoção para cargos de direção, hoje ocupados por policiais militares reformados. 
Para Pedro Ivo Bueno, presidente do sindicato, a abertura de um canal de negociação com a prefeitura provocou a suspensão da greve. 
— Conseguimos que nossa pauta de reivindicações fosse negociada. Haverá um cronograma para estabelecer essa negociação. Aceitamos o aumento proposto de 13,92%, enviado à Câmara, acrescido de abono de 6%, que ainda pode ser melhorado. 
Segundo o sindicalista, 100% dos guardas aderiram ao movimento, que chegou a contar com 1,700 no prédio da sede. Para a prefeitura, entretanto, apenas 30% deixou de comparecer ao serviço.
Os trabalhos de guarda patrimonial devem ser retomados a partir das 6h de sábado (27).

Nesta sexta-feira (26), o Tribunal de Justiça havia determinado a reintegração de posse da sede e fixou multa diária de R$ 30 mil caso os serviços não fossem retomados.

Transtorno


A greve durou apenas dois dias, mas representou enormes transtornos para a população. Na tarde de ontem os guardas fecharam a avenida Afonso Pena na Praça Sete, nos dois sentidos. Sem a circulação no coração da cidade, as principais vias apresentaram congestionamentos intermináveis, o que irritou os motoristas.

 IMAGENS DA GREVE DA GUARDA CIVIL DE BELO HORIZONTE




















Fonte:Greve BH

27 de abril de 2013



QUEM PODE PODE,QUEM NÃO PODE BATE PALMA.


Dubai: após Lamborghini, polícia recebe Ferrari de R$ 2,8 milhões

sexta-feira, 26 de abril de 20130 comentários

Enquanto isso eu patrulho minha cidade em um gol 1.0 de 10 anos de uso faltando adesivos,giro flex , radio que não funciona e motor batendo.
Sem falar na farda desbotada,bota,armas obsoletas etc etc


Depois de uma Lamborghini Aventador, a polícia de Dubai recebeu na quinta-feira mais um superesportivo para perseguir criminosos na cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos. Desta vez, é uma Ferrari FF, que está disponível no Brasil pelo preço de R$ 2,8 milhões. Segundo informou a o governo, o carro por lá custou cerca de US$ 300 mil.
“Dubai é uma cidade única e tudo deve refletir sua exclusividade. Por isto, a polícia acrescentou uma Ferrari a sua frota. Fomos surpreendidos pela reação das pessoas com a Lamborghini, então pensamos que uma Ferrari seria outra boa escolha”, afirmou o chefe da polícia local, Dhahi Khalfan Tamim, ao GulfBusiness.com.
De acordo com números publicados na CNN, 15% das multas aplicadas na cidade estão relacionadas à ultrapassagem da velocidade máxima, de 209 km/h, o que justificaria em parte a aquisição de um carro de alta potência. Com motor 6.2 l V12, a Ferrari FF é capaz de atingir 335 km/h, segundo a fabricante.
A cidade já possui algumas marcas extravagantes, como o prédio mais alto do mundo e o maior arquipélago artificial. Apesar de chamar a atenção mundialmente, a polícia de Dubai não é a primeira do mundo a adquirir veículos esportivos. As forças da Itália e do Catar já compraram carros do tipo.
 Ferrari FF

Lamborghini
cccc
Fonte:conomia.terra.com.br/carros  Foto: AFP

22 de abril de 2013

Jundiapeba no ranking da violência


Fórum da Rede Nossa Mogi das Cruzes discutiu segurança
Balanço feito pela Rede Nossa Mogi das Cruzes aponta que as mulheres de Jundiapeba são as que mais sofrem violência doméstica no município. As informações foram divulgadas ontem (20), durante o 1º Fórum de Segurança Pública e Cultura de Paz, realizado em um colégio na Vila Oliveira. Ainda segundo o balanço, 42% das agressões são cometidas por parceiros das vítimas e 41% se refere à violência sexual contra menores de 18 anos.

O levantamento revelou que 71% dos mogianos se sentem pouco ou nada seguros e que 40% das pessoas já foi vítima de furto ou assalto. Só no ano passado, 1.359 pessoas foram reféns de bandido por roubo, 3.972 foram furtadas e outras 1.129 vítimas de furto e roubo de veículos. 
Cerca de 40 pessoas compareceram ao evento, que tentou mostrar que a segurança do município tem relação direta com o desenvolvimento de outros setores, como a cultura e o meio ambiente, conforme defendeu o sociólogo Afonso Pola. "As pessoas estão mais violentas. Vivemos em uma sociedade competitiva e acho importante refletir sobre isso. O problema também é que a sociedade trata diferente os fenômenos parecidos no que diz respeito à violência. Precisamos começar a enxergar as coisas com o mesmo parâmetro", avaliou. 
Para o secretário municipal de Segurança, Eli Nepomuceno, a segurança conseguirá ser elevada se houver projetos e parcerias com outras secretarias municipais. "Se compararmos Mogi com outras regiões, até que não está tão complicado. Mas, para que haja melhoria, é preciso haver união", comentou. 
Segundo o historiador e coordenador-geral da Rede Nossa, Mário Sérgio de Moraes, os índices são altamente preocupantes e tudo o que foi apresentado e debatido no encontro será encaminhado às autoridades municipais, que deverão tomar as devidas providências.

Pesquisa revela falta de segurança em Mogi


Fórum reuniu autoridades e discutiu a questão da segurança pública em Mogi / Foto: Jonny Ueda

Uma pesquisa feita por estudantes universitários de Mogi das Cruzes apontou que 70% dos entrevistados se sentem nada ou pouco inseguros na Cidade. A enquete também mostrou o índice de credibilidade de instituições como a Igreja, a escola e os partidos políticos e ainda revelou a porcentagem de pessoas que já enfrentaram situações violentas no Município. O resultado do trabalho foi divulgado, ontem (20), durante o 1º Fórum da Segurança Pública e Cultura de Paz realizado pela associação civil Rede Nossa Mogi, presidida pelo professor Mário Sérgio de Moraes.
O evento, que aconteceu no auditório do Colégio São Marcos, na Vila Oliveira, contou com a participação, ainda, de representantes da Polícia Militar; secretário municipal de Segurança Pública, Eli Nepomuceno; secretário do Verde e Meio Ambiente, Romildo de Pinho Campelo; padre Alexandre Miranda, representando o bispo diocesano dom Pedro Luiz Stringhini; presidente da Câmara Municipal de Mogi, Rubens Benedito Fernandes, o Bibo (PR); vereadores, além de integrantes da sociedade civil organizada.
A pesquisa, que contou com a colaboração de 30 estudantes universitários e que foi supervisionada por diversos professores também das universidades mogianas, ouviu 400 pessoas – 0,1% da população – em seis pontos da Cidade: Terminal Central, Terminal Estudantes, Praça Osvaldo Cruz, Praça Coronel Almeida, Largo do Rosário e Largo do Carmo. “Como pegamos uma amostra aleatória simples, confrontamos dados como, por exemplo, sexo e faixa etária com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os resultados foram bastante próximos, dando confiabilidade à pesquisa”, explicou o sociólogo Afonso Póla, que orientou o trabalho. (Sabrina Pacca)

20 de abril de 2013

ESTADO ESTÁ CHANTAGEANDO OS MUNICÍPIOS PARA IMPLANTAREM A OPERAÇÃO DELEGADA SEGUNDO PREFEITO DE SÃO BERNARDO



Para prefeito de São Bernardo, governo estadual quer passar para os municípios responsabilidades que são dele
O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), afirmou que o Estado quer repassar aos municípios suas responsabilidades com relação à segurança pública. Marinho citou a questão da Operação Delegada, bico oficial dos policiais militares pago pelas Prefeituras. Para Marinho, o governo estadual deveria buscar meios de regulamentar o pagamento da hora extra dos PMs dentro da própria Corporação.
O Estado tem de assumir responsabilidade com a Polícia Militar, não tem de passar para o município, que é o que está acontecendo com a Operação Delegada, chantageando os prefeitos muitas vezes. O comando da Polícia Militar não pode fazer isso, o que pode fazer é uma movimentação com os prefeitos e o Congresso para discutir o monitoramento das polícias”, afirmou o chefe do Executivo. “Se é verdade que a polícia pode trabalhar no dia seguinte, porque não discutir a jornada da polícia, rediscutir salários?”, indagou.
Marinho disse ser preciso “parar de fazer esse jogo hipócrita” ao debater a questão. “Penso que a Operação Delegada é uma forma de tentar colocar responsabilidade nas costas do município. Vamos enfrentar o debate e discutir a Constituição Federal e do Estado. Vamos admitir que o policial pode fazer hora extra e o Estado pague sua hora extra. Que conversa é essa de passar para o município o pagamento do policial? E a hora extra do guarda municipal, o Estado vai pagar? Vamos deixar de conversa fiada e enfrentar o problema”, disparou.

Fonte:http://www.abcdmaior.com.br

13 de abril de 2013


O PAPEL DO MUNICÍPIO NA SEGURANÇA PÚBLICA



PARECER CONASP 01 - O PAPEL DO MUNICÍPIO NA SEGURANÇA PÚBLICA*

Senhores Conselheiros,

Senhoras Conselheiras,



Por deliberação da Sessão Plenária deste Conselho, apresenta-se a seguir um parecer sobre o Papel do Município na Segurança fruto do debate nacional realizado nestes últimos anos e, em especial, intensificado com a Implementação do Programa Nacional de Segurança Pública (PRONASCI) e através da realização das diversas etapas da Conferência Nacional de Segurança Pública que mobilizoumais de 500 mil pessoas em nosso país, ao longo de ano de 2009.



Todas as recomendações que se apresentam ao final fundamentam-se nas seguintes teses:


1. A política de segurança pública depende muito das ações dos governos locais, ou seja, os municípios estão aptos, juntamente com os Estados e o Governo Federal para atuarem permanentemente na prevenção da violência, por meio de políticas públicas sociais e urbanas;

2. Considera-se que a Administração Municipal interfere de forma direta e sensível nas condições de vida da população;

3. Parte expressiva dos problemas que alimenta a sensação generalizada de insegurança nas cidades está diretamente relacionada à qualidade de vida desfrutada pelos cidadãos nos espaços urbanos;

4. O provimento democrático e preventivo de segurança depende também de variáveis extra-policiais, tais como o ambiente comunitário, os equipamentos coletivos, a infra-estrutura social e urbana, o meio ambiente e os serviços de utilidade pública;

5. Boa parte dos problemas de segurança vivenciados pelos cidadãos no espaço urbano ultrapassam a competência exclusiva e a intensidade das ações das polícias, requerendo a cooperação das comunidades e outras agências públicas e civis prestadoras de serviços essenciais à população;

6. A natureza, diversidade e intensidade dos problemas de segurança, assim como as demandas e prioridades neste campo, variam de acordo com as comunidades locais;

7. Cabem aos municípios a normatização e, com apoio dos órgão policiais, a fiscalização de posturas relativas ao ordenamento e uso e ocupação do espaço urbano que influi direta ou indiretamente com a sensação de segurança nas cidades e contribui para a prevenção de determinados delitos;

8. Segurança Pública no âmbito municipal tem de ser sinônimo de ações interdisciplinares; Para que as ações interdisciplinares de segurança pública de competência dos municípios sejam eficazes e alcancem o conjunto da população, é fundamental que elas sejam integradas e coordenadas;

9. Para exercitar o seu papel na segurança pública, considera-se fundamental a existência de um órgão gestor de primeiro escalão da política municipal de segurança urbana com atribuições de coordenação e articulação das ações de prevenção da violência e da criminalidade com envolvimento direto do Prefeito Municipal;

10. Em 2003, o Governo Federal promoveu uma alteração na Lei nº. 10.201/2001, que instituiu o Fundo Nacional de Segurança Pública, de forma a permitir que o FNSP passasse a financiar também projetos
municipais preventivos da violência, ainda que o município não possuísse Guarda;

11. Em 2007, o Governo Federal lançou o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania – PRONASCI, objetivando, segundo seus enunciados, a consolidação de um novo paradigma da Segurança Pública no Brasil, a inclusão dos municípios como novo ator/protagonista da Segurança Pública, por meio do desenvolvimento de ações preventivas, a instituição de uma nova articulação federativa na matéria, articulando políticas repressivas de segurança a políticas preventivas, de forma a atuar também sobre as raízes sócio-culturais da violência;

12. Finalmente, em agosto de 2009, a Conferência Nacional de Segurança Pública, em vários dos seus 10 princípios e 40 diretrizes, consagrou o município como co-gestor da segurança pública, expressando literalmente em um de seus princípios que a política nacional de segurança pública deve “Pautar-se pelo reconhecimento jurídico-legal da importância do município como co-gestor da área, fortalecendo sua atuação na prevenção social do crime e das violências.”;

13. A inclusão dos municípios no setor de segurança pública amplia a concertação federativa nesta política específica e coloca a prevenção, complementarmente às ações de repressão qualificada, como referência estratégica na implementação da política nacional de segurança pública, que está sendo construída. Nessa perspectiva, a constituição e a consolidação dos Gabinetes de Gestão Integrada Municipais são também fundamentais, como estruturas institucionais que favorecem a integração e a gestão compartilhada entre os três níveis de governo;

14. O 2º Seminário sobre os Municípios e o SUSP, realizado em junho de 2010, em RECIFE-PE, permitiu a celebração de uma agenda de compromissos dos municípios na segurança pública, reafirmando seu papel na prevenção, seu compromisso de integração federativa, uma perspectiva intersetorial e transversal de tratamento dos problemas e
segurança, tendo como referência o SUSP e os princípios do PRONASCI, reafirmando assim as teses acima explicitadas.

Tendo em vista as teses apresentadas anteriormente e considerando o desafio de construção de um marco regulatório para o papel dos municípios na segurança pública e, neste contexto, serem pensados os papeis a serem desempenhados pelas Guardas Municipais, recomenda-se as seguintes diretrizes como pressuposto para o tratamento do tema pelas diversas instâncias federativas e por organismos oficiais:

a. Toda ação do município deve estar lastreada na idéia do respeito, da promoção aos direitos humanos e de que segurança é um direito humano fundamental;

b. Todas as políticas públicas municipais de segurança devem ser formuladas tendo como perspectiva a integração e a intersetorialidade;


c. As políticas públicas de segurança devem ser fundadas no SUSP e no PRONASCI e nos princípios e diretrizes das Conferências Nacionais de Segurança Pública;


d. O foco da atuação do município deve ser a prevenção a violência, sem prejuízo de desenvolver ações de controle e fiscalização dos espaços públicos, assim como ações de recuperação de espaços públicos e promoção de direitos das pessoas;

e. Recomendação de que os municípios implantem os Gabinetes de Gestão Integrada (GGI-M) como instâncias de articulação entre os entes federados;

f. Defesa da dignidade da pessoa humana, com valorização e respeito à vida e à cidadania, assegurando atendimento humanizado a todas as pessoas, com respeito às diversas identidades religiosas, culturais, étnico-raciais, geracionais, de gênero, orientação sexual e as das pessoas com deficiência;

g. Deve atuar no sentido de impedir ou evitar a criminalização da pobreza, da população negra e outras raças, da comunidade LGBT, da juventude, dos movimentos sociais e seus defensores, valorizando e fortalecendo programas e projetos continuados em educação e na promoção de uma cultura de paz;

h. Intersetorialidade, transversalidade, integração sistêmica com as políticas sociais, sobretudo na área da educação, como forma de prevenção do sinistro e da criminalidade, são pressupostos fundamentais à prevenção da violência;

i. Os municípios deverão elaborar os seus planos municipais de segurança, precedidos de pesquisas e estudos que favoreçam um diagnóstico adequado da realidade e considerem as múltiplas manifestações da violência cometidas contra crianças e adolescentes, violência doméstica, contra mulheres e idosos, contra público LGBT, contra negros, egressos do sistema prisional, população em condição de rua;

j. Inserir no currículo e no calendário escolar em todos os sistemas de ensino: Semana de Prevenção a sinistros; aulas de primeiros socorros; temas afetos à Defesa Civil, à Educação para o Trânsito, à pessoa com deficiência, à Educação Ambiental e à Segurança Pública;

k. Assegurar a participação social através dos conselhos municipais de segurança, através de fóruns de segurança, e conferências municipais de segurança. Apoiar a criação dos conselhos estaduais de segurança pública – buscando sempre articulação com eles e com o conselho nacional de segurança pública;

l. Apoiar a realização das conferências estaduais e nacional de segurança pública;

m. Implementar, dentro da estrutura do município os observatórios de segurança pública articulados com os governos estaduais e federal. Garantindo aos municípios acesso legal às informações de interesse público. No que diz respeito à gestão de políticas e programas sociais e urbanísticos preventivos da violência, o desafio consiste em garantir o acesso e a qualidade de dados e informações, que permitam um diagnóstico local qualificado da violência e da criminalidade e o conseqüente desenho e monitoramento de políticas mais eficientes, destinadas à diminuição dos fatores de risco que favorecem a ocorrência delitiva e a reprodução das violências.

n. Implementar sistemas de videomonitoramento que devem ser considerados como instrumentos importantes desde que adequadamente articulados com um conjunto de outras ações já nominadas neste parecer;

o. A regulamentação das Guardas Municipais, como órgão complementar da Segurança Pública, com atribuições que não se conflitam com as polícias estaduais e federais é imperativo. A atuação das Guardas Municipais, deve ser centrada em ações preventivas e comunitárias, integradas com as políticas sociais dos governos locais e com a atuação das polícias estaduais e federais. Recomenda-se que os municípios criem centros ou escolas de formação, na esfera municipal e/ou mediante consórcio intermunicipal, em articulação com as instituições de ensino, em especial com a RENAESP, tendo como referência a Matriz Curricular Nacional para formação de Guardas Municipais elaborada pela SENASP. Admitido por concurso público, com exigência mínima de ensino médio e obrigatoriedade da criação de uma corregedoria e ouvidoria. Sendo assegurada a assistência psicossocial.

p. Um dos desafios maiores no presente momento é pensar políticas públicas sobre drogas lícitas e ilícitas. Neste sentido considera-se indispensável o incentivo de políticas sobre drogas e o desenvolvimento de programas massivos de formação para servidores públicos e sociedade para a compreensão do problema e visando a busca de soluções conjuntas. Neste sentido, entende-se que os municípios articulados nos GGIMs devem também contribuir com as ações dos entes federados no tratamento da questão das drogas. Toda esta articulação deverá sintonizar-se com a política nacional sobre drogas do governo federal;

q. Formulação de programas entre a União, Estados e Distrito Federal e Municípios para resocialização o acolhimento e a reinserção social dos presos, egressos do sistema prisional visando a redução da criminalidade.

Este o nosso parecer.

Brasília-DF, 05 agosto de 2010

 * Documento oficial do Conselho Nacional de Segurança Pública que reconhece o Município como lugar privilegiado para a implantação, fiscalização, execução e monitoramento de políticas públicas.

10 de abril de 2013




A Associação dos Guardas Civis Municipais de Mogi das Cruzes realizará a Assembléia Geral Extraordinária no dia 16 de abril de 2013. 



                                                                                                

Contamos com sua presença,e agradecemos desde já.Obrigado irmão (a).







9 de abril de 2013

Guarda Municipal vai vistoriar as guaritas


Após denúncia do Mogi News, Secretaria de Segurança promete reavaliar as condições do local onde trabalham os responsáveis pelas cancelas
Eli Nepomuceno: "Vamos verificar o que pode ser melhorado"

O secretário de Segurança Eli Nepomuceno afirmou que a abertura das cancelas não depende da visualização do trem por meio dos espelhos convexos e que vai reavaliar as situações das guaritas para ver o que precisa ser melhorado. O anúncio foi feito ontem após a publicação da reportagem "Espelho é único recurso que guardas têm para identificar chegada de trem", que, no último domingo, apontou que as guaritas das passagens de nível de Brás Cubas e Vila Industrial funcionam em péssimas condições. 
"Quando o trem se aproxima da passagem de nível, em uma distância de 250 metros do cruzamento, é acionado automaticamente um sinal luminoso. Além disso, o maquinista também deve fazer um sinal sonoro e o acionamento do fechamento da cancela também é automático", garantiu o secretário. NÃO É VERDADE, O GUARDA MUNICIPAL É QUEM ACIONA A CANCELA (grifo nosso). Segundo ele, a presença dos espelhos convexos é útil, mas não compromete em nada o funcionamento do dispositivo mesmo estando quebrado. ESPELHO É ÚTIL, POIS O GM TEM MAIS TEMPO PARA VISUALIZAR O TREM, POIS APÓS O SINAL SONORO, SÃO APENAS 25 SEGUNDOS, ATÉ A CEGADA NA PASSAGEM DE NÍVEL (grifo nosso).
Sobre as condições de trabalho denunciadas pelos guardas municipais o secretário ressaltou que a guarita é um local pequeno para descanso por um curto período de tempo e, por isso, não há necessidade de conforto. ISTO É O GM QUE SE F..., FICAR 12 HORAS SEM ÁGUA POTÁVEL, SEM CONDIÇÕES MINIMAS DE DIGNIDADE, NÃO É NENHUM PROBLEMA (grifo nosso). "Os guardas fazem um pequeno revezamento, mas a natureza do trabalho é ficar atento às composições", explicou.

Mesmo assim, ele garantiu que o coordenador da Guarda Municipal vai vistoriar as duas guaritas para verificar o que pode ser melhorado. "Vamos, claro, dar atenção ao que foi relatado na matéria porque são graves denúncias", ressaltou. O secretário disse ainda que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deve assumir as passagens de nível depois que a Secretaria de Transporte instalar os semáforos nos cruzamentos. "Foi realizado um teste mas, como não tivemos sucesso, a parte técnica está estudando outras soluções para as passagens de nível. Quando resolvermos isso, a CPTM assume".


Deficiências
No último domingo uma reportagem especial mostrou as condições das guaritas nas avenidas Valentina de Mello Freire Borestein e Cavalheiro Nami Jafet. Na primeira, a guarita é extremamente pequena possui menos de um metro quadrado e não tem água potável. Há uma torneira instalada do lado de fora da rua, mas a água sai amarela. A guarita, que passou por reformas no ano passado, também está mal localizada. Ela fica do lado esquerdo da passagem de nível para quem vai no sentido perimetral. Os guardas conseguem visualizar o trem que está indo no sentido São Paulo, mas não veem o que segue no sentido Mogi. Para isso, improvisaram um espelho. Foi instalado o retrovisor de um caminhão na guarita. Do lado de fora, um retrovisor de carro. Na passagem de nível da Cavalheiro Nami Jafet, na Vila Industrial, o espelho convexo está quebrado há seis meses.

Fonte:Moginews

8 de abril de 2013

Espelho é único recurso que guardas têm para identificar chegada de trem


As guaritas instaladas nas passagens de nível em Brás Cubas e na Vila Industrial, em Mogi das Cruzes, operam em péssimas condições. O local não é equipado com água potável, os espelhos instalados para visualizar os trens estão quebrados ou tiveram de ser improvisados pelos guardas municipais, além de haver mato alto, que toma os trilhos. O Mogi News visitou três passagens de nível para mostrar as condições de trabalho precárias dos profissionais, que têm como missão garantir a segurança de quem atravessa os trilhos que cortam a cidade. 
O MN constatou o método arcaico de impedir a passagem de veículos quando o trem se aproxima. Não existe qualquer ligação eletrônica para avisar os guardas que o trem está saindo da estação mais próxima, por exemplo. A interdição da passagem de nível é feita manualmente e se, eventualmente, o guarda não estiver atento, a chances de acidentes são grandes. 


A primeira passagem de nível visitada foi a que fica na avenida Valentina de Mello Freire Borenstein, em Brás Cubas. Além de o local ser extremamente pequeno - possui menos de um metro quadra-do - não tem água potável. Há uma torneira instalada do lado de fora da guarita, no muro da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que fica do lado da rua, mas a água sai amarela. Os guardas municipais, que fazem turno de 12 horas cada, têm de levar uma garrafa de casa. Inevitavelmente, em dias de muito calor, a água esquenta. 
"Temos de tomar a água quente ou passar o dia todo com sede. O mesmo acontece quando a água acaba antes do turno terminar. É desesperador trabalhar assim", contou um guarda, que teve a identidade preservada. Segundo os profissionais, o local iria receber um bebedouro, mas não há espaço físico para instalá-lo. A guarita, que passou por reformas no ano passado, também está mal localizada. Ela fica do lado esquerdo da passagem de nível para quem vai no sentido perimetral. Os guardas conseguem visualizar o trem que está indo no sentido São Paulo, mas não o que segue no sentido Mogi. Para isso, improvisaram um espelho. Foi instalado o retrovisor de um caminhão na guarita. Do lado de fora, um retrovisor de carro.

Na passagem de nível da Cavalheiro Nami Jafet, na Vila Industrial, o espelho convexo está quebrado há seis meses. "Só dá para ver o trem pelo pedaço do espelho e quando ele está bem em cima", disse um guarda municipal. Assim como na outra guarita, não há lugar para comer ou esquentar a comida que os guardas levam para o horário de almoço. "Trazemos um equipamento que esquenta a marmita, mas tem um guarda que esquenta a dele com álcool. Tem até a marca de fogo na parede", comentou. Fios pendurados por toda parte e até uma lâmpada amarrada a um chuveiro. Os guardas improvisaram uma bancada de madeira do lado de fora da guarita para almoçar. Como no local não tem armários para os funcionários, eles penduram sacolas de plástico do lado de fora e as cancelas parecem verdadeiros "puxadinhos". "É desgastante ficar aqui 12 horas sem estrutura nenhuma. Nós tínhamos fogão e geladeira que compramos com o nosso dinheiro e a Prefeitura mandou tirar daqui. Quando não temos água para beber, aproveitamos o horário de almoço para sair pedindo água na vizinhança. É humilhante", informou. Nas duas passagens de nível, o mato alto atrapalha a visão dos trilhos. 

Sem banheiro
Em Jundiapeba, a guarita está sendo operada pela empresa Gocil, contratada pela CPTM. É a única guarita grande e que tem câmera de monitoramento, mas não há banheiro nem água no local. Também há bastante mato no entorno.

Essa ainda usa cancela na passagem de nível, e não portão automático. Com isso, muitos pedestres não respeitam a interdição e atravessam com o trem bem próximo. Na madrugada de sexta-feira, cinco homens jogaram pedras na guarita, quebrando os vidros das janelas. As imagens gravadas pela câmera de monitoramento da guarita serão usadas para identificar os marginais.

Fonte; Moginews

ESTAGIÁRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL É FLAGRADO FUMANDO MACONHA E É DETIDO PELA GUARDA CIVIL

Um estudante de Direito e estagiário do Ministério Público Federal (MPF) foi flagrado pelas câmeras de monitoramento da Guarda Municipal de Curitiba fumando maconha na Praça do Skate, no bairro São Francisco em Curitiba. O estudante desacatou os guardas, tentou dar ‘carteirada’, mas não conseguiu se livrar do flagrante. Ele foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (Ciac-Sul).
De acordo com a rádio Banda B, a Guarda Municipal flagrou a ação por meio das câmeras de segurança. Por volta das 17h20 os guardas abordaram o rapaz. O estagiário então tentou dar uma ‘carteirada’ nos profissionais da segurança, dizendo que ninguém poderia prendê-lo.
“Ele foi flagrado pelas câmeras de segurança. Quando a equipe chegou para orientar o cidadão, o jovem acabou desacatando os guardas dizendo que a GM não é polícia, que se fosse pra prendê-lo tinha que chamar a Polícia Militar. Ninguém está acima da lei, ainda mais ele”, contou o supervisor Aparecido da GM.
Além de estar com um cigarro de maconha, o universitário estava em um carro rebaixado e estacionado em frente de uma guia rebaixada. Ele foi detido e encaminhado ao Ciac-Sul onde seria autuado por desacato ao funcionário público e assinaria um Termo Circunstanciado por porte de substância entorpecente. O carro do estagiário do MPF foi guinchado e levado ao pátio do Detran-PR.

Fonte: http://www.cgn.inf.br/noticia



5 de abril de 2013



Frente Parlamentar busca regulamentação das GMs no Estado



para ampliar clique na imagem



O deputado estadual Chico Sardelli (PV) coordenou hoje à tarde (04/04) reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Guardas Municipais do Estado de São Paulo. Enquanto não ocorre a votação da PEC 534 no Congresso Nacional, Sardelli apresentará na Assembleia Legislativa uma proposta semelhante, regulamentando as atribuições das Guardas Municipais, incluindo a proteção a pessoas, a fiscalização de posturas municipais, do trânsito e do meio ambiente.

“Há muitos anos os guardas esperam pela aprovação da PEC 534 em Brasília, que ainda não tem previsão para ser votada. Vamos trazer a discussão para nosso Estado, buscando amparar a segurança nos municípios. A Câmara de São Paulo aprovou em primeira discussão uma Proposta de Emenda à Lei Orgânica com o mesmo teor. Queremos que todas as guardas de São Paulo sejam beneficiadas e regulamentadas por lei”, comentou Sardelli.

Outras questões que a Frente Parlamentar estará trabalhando referem-se ao presídio especial para os guardas municipais e a isenção do pagamento de pedágio para as viaturas das Guardas Municipais. Em Indaiatuba, por exemplo, a Prefeitura conseguiu junto a Rodovia das Colinas a liberação da cobrança de pedágio para as viaturas da GM.

De acordo com o deputado, será solicitada uma audiência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para tratar sobre o porte de armas de fogo para as corporações de cidades com menos de 50 mil habitantes. “Alguns municípios estão conseguindo habeas corpus para o uso de armas, mas a Polícia Federal tem barrado. Queremos discutir com o ministro a regulamentação dessa questão”, destacou.

O coordenador informou que nova reunião da Frente deve acontecer no mês de maio, ampliando a participação de entidades representativas das corporações. No encontro de hoje estiveram presentes a Associação Brasileira de Guardas Municipais (Abraguardas) Faria,  

Associação das Guardas do Interior de São Paulo Superintendente André, a Associação Brasileira de Inspetores   Vanderlei, a Secretaria de Segurança de Monte Mor  Paranhos, o vereador Alan GM de Monte Mor, o vereador Gilmar de Jesus Leite, o Capitão Leite,GCM de Capivari, representante da Guarda de Guaíra Amarildo e o GCM Carlinhos Silva. Assessor Parlamentar do Deputado Chico Sardelli

Legenda   foto
Reunião da Frente das Guardas Municipais, coordenada pelo deputado Sardelli


Assessoria de Imprensa
Mirna Ferrez
3461-7887 / 9736-3548

4 de abril de 2013

Prefeitura de Mogi queria gastar R$ 42 mi para alugar carros que custam R$ 6,4 mi


Fernando Gallo - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A Prefeitura de Mogi das Cruzes abriu licitação para alugar 163 veículos pelos quais pagaria um valor sete vezes maior do que gastaria para comprá-los. A concorrência foi cancelada nesta quarta-feira, 3, pelo município após o Ministério Público de Contas pedir explicações sobre o procedimento, e depois que a Prefeitura foi contatada pelo Estado.
A administração ia pagar R$ 42 milhões para alugar carros que, se fossem comprados, custariam R$ 6,4 milhões pela Tabela Fipe, que indica preços médios do mercado de automóveis.
Inicialmente, a prefeitura alegava que a opção pela locação pretende dar "maior agilidade aos serviços" e "desobriga o poder público a implantar pesadas estruturas administrativas e operacionais com mão de obra própria, como uma oficina mecânica ou elétrica, estoques de peças e materiais de manutenção". Contudo, a licitação passou a ser contestada pelo Ministério Público de Contas (MPC), que viu "aparente violação ao princípio da economicidade".
"Mesmo considerando a depreciação dos veículos, dispêndios com assistência técnica e demais serviços a serem contratados, a substancial diferença de cerca de 35 milhões de reais revela, aprioristicamente, a vantajosidade da aquisição dos bens, em detrimento da opção pela locação", escreveu o procurador Thiago Pinheiro Lima.
Ao Estado, ele afirmou também ver "indícios veementes de direcionamento do certame para empresa predeterminada", uma vez que a licitação aglutinou objetos distintos em um lote único - como carros comuns e ambulâncias - e simultaneamente vedou a participação de empresas em consórcios, o que restringiria a participação de muitos concorrentes no mercado.
O procurador pediu ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) que determine à Prefeitura que apresente os estudos técnicos que embasaram a escolha pela locação e que demonstre "o necessário atendimento ao princípio da economicidade".
Para o MPC, há ainda outros indícios de direcionamento da licitação, já que, em um dos anexos do edital, a prefeitura especificou os modelos que pretende alugar: A) 93 veículos GOL G4 - 4 portas - 1.000 cc total flex; B)33 veículos tipo Kombi Standard 1.4 - total flex; C) 10 veículos GM - S10 Chevrolet - 2.4 - flex Power; D) 12 veículos tipo furgão adaptado à estrutura de ambulância - Mercedes Benz - Sprinter 313 CDI diesel; E) 13 veículos tipo motocicleta - 150 cc - Honda NXR 150 Bross; F) 02 veículos executivo tipo Corolla - 1.800 cc Total Flex. À exceção do item D, todas levam a expressão "ou equivalente/similar" no final".
A Procuradoria de Contas afirmou que o uso da expressão não basta para "afastar o nítido direcionamento do certame às marcas". "A representada impôs condições relativas a desempenho, dimensões, motorização, carga útil, rodas e reservatório de combustível de forma pormenorizada e minuciosa, cujas especificidades, sem qualquer margem de tolerância, aparentemente conduzem às marcas alçadas à condição de preferidas no ato convocatório".
A Prefeitura de Mogi nega que o edital tenha sido direcionado - "o edital estabelece as especificações do veículo citando como exemplo Gol ou similar, Corola ou similar". 

A AGCMMC PROTOCOLA JUNTO Á ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PEDIDO DE PERICULOSIDADE Á TODOS OS            GUARDAS MUNICIPAIS DE MOGI DAS CRUZES
PORTANTO IRMÃOS(AS) A AGCMMC (ASSOCIAÇÃO DOS GUARDAS CIVIS MUNICIPAIS DE MOGI DAS CRUZES) FEZ A DEVIDA REPRESENTAÇÃO DE SEUS ASSOCIADOS E DEMAIS , VISANDO FAZER VALER A LEI SANCIONADA, E QUE TEMOS DIREITO,CABE A ADMINISTRAÇÃO SUA REPRESENTAÇÃO DA LEI FEDERAL.